quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Atendendo Pedidos!

Atendendo ao pedido de nossa amiga Lourdes, fotos do show de Victor & Leo na cidade de Espírito Santo do Pinhal (SP).











Crédito de Foto: Victor & Leo - SITE OFICIAL

Confira mais fotos no site oficial da cidade de Espírito Santo do Pinhal (SP).

Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4

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segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Agende-se! Victor & Leo no Programa Altas Horas com Serginho Groisman!

NÃO PERCAM!
Victor & Leo no Programa Altas Horas com Serginho Groisman!



Agende-se:

:: Dia 01/12 na TV Globo à partir das 2 da manhã. ::

Clique aqui e confira fotos da gravação do Programa Altas Horas.


COMENTEM E NÃO PERCAM!

Paula Fernandes

Acesse o site da cantora, compositora e instrumentista Paula Fernandes.



Mineira de Sete Lagoas (MG) está despontando com suas composições pelo Brasil. Paula Fernandes juntamente com seu parceiro musical Victor Chaves (da dupla Victor & Leo) foram os responsáveis pela composição da canção "Sem Você", recentemente gravada por Bruno e Marrone e também pelos seus parceiros Victor & Leo. Paula também é compositora da canção "Meu eu em você", que também tem a interpretação de Victor & Leo.

http://www.paulafernandes.com.br/

domingo, 28 de outubro de 2007

Novos Wallpaper Exclusivos!

Confira novos wallpaper's exclusivos de Victor & Leo.


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Confira mais wallpaper's exclusivos clicando aqui.

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Agradecimentos e créditos a nossa amiga Paloma, que hoje faz parte de nossa equipe aqui no ..:: Blog Victor & Leo! ::..

NÃO DEIXEM DE COMENTAR! POIS OS COMENTÁRIOS DE VOCÊS SÃO A NOSSA FONTE DE ENERGIA PARA ESTARMOS SEMPRE ATUALIZANDO NOSSO BLOG!

Fotos do Show em Brasilia (DF)

Confira fotos exclusivas do show de Victor & Leo em Brasília (DF).

Todos os créditos vão a nossa amiga Dayane!


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Créditos:
Dayane DAY

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sábado, 27 de outubro de 2007

Fotos da gravação no Programa Altas Horas!

Confira abaixo fotos da gravação do Programa Altas Horas com Serginho Groisman na TV Globo dia 26 de outubro.

Confira e não deixem de comentar!


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Mais fotos...
http://www.flickr.com/photos/gabi_borini/

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Ouvintes da Nativa e a dupla Victor & Leo na Villa Country!

Confira as fotos do encontro entre os ouvintes da Nativa e a dupla Victor & Leo na Villa Country!





Mais fotos...

http://www.nativa.com.br/galeria/071026_vl/01.asp

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Colaboração de Paloma

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VOCÊ no Blog! (Fernanda - Ribeirão Preto / SP)

Mais uma Fã Feliz!
Esta é a Fernanda da cidade de Ribeirão Preto (SP), ela também teve a oportunidade de conhecer a dupla Victor & Leo pessoalmente, veja o que ela descreveu quanto a sua felicidade de conhecê-los:



Clique na imagem para ampliar.

"Conhecer victor e leo foi mto importante pra mim não so por eles serem tão lindos e carinhosos com nos fãs , mais tbm atraves deles conheci uma nova forma de amar as pessoas , com musicas que falam de amor verdadeiro , quase ja esquecida , amei conhecer os meninos são super gente boa adorei ." Fernanda - Ribeirão Preto (SP)

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

VOCÊ no Blog!

Você já teve o prazer e a oportunidade de conhecer pessoalmente Victor & Leo? Filmou ou tirou fotos deste momento? Se a resposta for sim, mande um e-mail com os arquivos em anexo para (blogvictoreleo@gmail.com) e conte como foi esta experiência.
Nós publicaremos aqui no blog, lhe dando todos os créditos.

Comunidade Blog Victor & Leo
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=40121355

..:: Blog Victor & Leo! ::..
http://www.blogvictoreleo.blogspot.com

Contato
blogvictoreleo@gmail.com

Rádio Nativa FM (São Paulo - SP)

No dia 22 de outubro (2007), a Rádio Nativa FM (São Paulo - SP) recebeu a ilustre presença da dupla Victor & Leo, que participaram de dois programas da rádio ("Peão Nativa" e "Companhia de Amigos"). Abaixo segue os link's para você ouvir e curtir a entrevista dos meninos.



Programa Peão Nativa

http://www.divshare.com/download/2466395-9bf

Programa Companhia de Amigos

http://www.divshare.com/download/2468973-bdf

Se você quiser ver as fotos de Victor & Leo na Rádio Nativa FM (São Paulo - SP), basta acessar o link abaixo:

"O Victor e o Leo estiveram na Nativa nessa segunda-feira e se divertiram muito na Hora Mais Peão Nativa e na Companhia de Amigos. Confira as fotos!" Rádio Nativa FM (São Paulo - SP).

Fotos

http://www.nativa.com.br/galeria/071023_vl/01.asp

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Beijos e agradecimentos a nossa amiga Paloma.

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quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Programa Acesso Livre com Todi Moreno!

Vídeo do Programa Acesso Livre com Todi Moreno em Brasília (DF).
Victor & Leo falando sobre a vida pessoal e profissional. Também falam das composições, shows, vida amorosa, sobre o show na Exposição Agropecuária de Brasília (DF) e muito mais.
Muito bom o vídeo, vale a pena você conferir! E não deixe de comentar!



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quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Programa Terra Nativa!

Vídeo do Programa Terra Nativa (de Guilherme & Santiago), mostrando detalhes da gravação do CD e DVD de Victor & Leo – Ao Vivo em Uberlândia (MG). A cobertura foi da repórter Aline Lima que também bateu um papo super descontraído com a dupla que contou detalhes da vida pessoal e profissional. Vale a pena você conferir!



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terça-feira, 23 de outubro de 2007

Wallpaper Exclusivos

Wallpaper's Exclusivos de Victor & Leo. Confiram!


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Novo Perfil! (( ATUALIZADO e EXCLUSIVO ))

Confira o novo Perfil (( ATUALIZADO e EXCLUSIVO )) de Victor & Leo!



1. Vocês nasceram em Ponte Nova e foram criados em Abre Campo, Minas Gerais. Em 1994, vocês se mudaram para Belo Horizonte com a intenção de aprimorar os estudos, mas a paixão pela música falou mais alto e vocês então partiram para a carreira artística unindo técnica e prática, cantando na noite da capital mineira. Vocês acreditam que a 'noite' seja a grande escola da música?

-Certamente, uma grande escola. Começamos a cantar em 1992 e, inevitavelmente, na noite. Aprendemos a falar uma linguagem própria mas que chegasse ao entendimento do público, na noite. Na noite, cara a cara com o público, aprende-se a lidar com pessoas e situações diferentes, falta de grana, improviso musical e uma série de outras coisas que o irão definir como um artista. Você aprende que sucesso é coisa que se pode enxergar em qualquer lugar ou tempo e aí, fica mais fácil continuar sem se preocupar com o lugar onde chegar.



2. Vocês ganharam destaque nacional cantando seus sucessos "Vida Boa", "Fada", "Lembranças de Amor" e "Amigo apaixonado". Qual a emoção de conquistar um público nacional cantando músicas próprias, num caminho totalmente inverso dos artistas no Brasil?

- Não somente estas canções, mas todas as que estão no CD ao Vivo são cantadas pelas pessoas nos shows. Isto nos emociona porque são elas, as pessoas que estão ali no show que nos lançam. Não houve mídia, não houve investimento, houve amor e música e o público absorveu isto de uma forma mágica. Quando subimos no palco temos que dar o máximo do que temos para retribuir e, ao mesmo tempo, emocionar nossos investidores: o público. É um orgulho chegar em uma cidade e encontrar um show lotado de gente que mal conhece a nossa imagem, mas canta todas as nossas canções.



3. Em junho de 2007, vocês foram contratados pela gravadora Sony/BMG, que passou a distribuir o CD Victor&Leo ao Vivo que, mesmo tendo sido tão pirateado em seu primeiro mês de distribuição, já estava entre os 10 mais vendidos do país. Qual o segredo para este sucesso desejado por muitos e alcançado por poucos?

-Não há segredo. Fazemos o que fazemos por puro amor às pessoas e à música. Queremos somar na vida de todos. Nossa intenção é espiritualista e sabemos que num show, se cantarmos com a alma aberta ao amor, à luz e a tudo o que for positivo, as pessoas poderão sentir seus espíritos mais leves e confortáveis. Por isso, quando gravamos este cd, de forma independente e sem recursos, mesmo sem saber onde ele chegaria, sabíamos da procedência da energia nele contida e que quem o ouvisse, a iria sentir.



4. Estima-se que, ainda em 2007, tenham sido pirateadas mais de 2 milhões de cópias do CD Victor&Leo ao Vivo, em todo o Brasil. Diante desta realidade, como lidar com a pirataria de CDs e DVDs no Brasil?

Achamos que a palavra seja:Paciência. Há muito mais que um vendedor ambulante e um fabricante clandestino envolvidos nisto. Quando se fala em preços altos dos produtos originais, por exemplo, é preciso que se fale em altos impostos e taxas também, e por aí vai. É um assunto para horas e de pouca conclusão, principalmente diante do momento político que passamos. Mesmo assim, antes do cd chegar às lojas, tivemos a grata experiência de receber muitos e-mails de pessoas angustiadas por terem apenas o cd pirata e exigindo o original.



5. Muitos críticos hoje em dia afirmam que a música virou um comércio, se transformando num balcão de negócios, com uma finalidade estritamente comercial. Vocês acreditam que isto seja uma verdade?

É uma verdade relativa e não pode ser generalizada. Acreditamos que o problema maior seja cultural. As pessoas possuem pouco conhecimento musical pois nem nas escolas, em que antes havia uma noção teórica, elas podem obter algum referencial. Então, muitas vezes, uma música de qualidade relativamente alta, com arranjo bem trabalhado e letra bem elaborada, se perde em meio a outras de pouca relevância neste sentido. Salva-se a idéia de que emoção só se pode sentir e aí, se há emoção, vende.



6. A música sertaneja ao longo dos últimos 15 anos perdeu um pouco o estigma de música caipira com a incorporação de novos ritmos a ela. Qual a tendência da música sertaneja para sobreviver no mercado fonográfico?

A questão é que nós não nos preocupamos com os rótulos. Nossa música é feita com alma. Nossos arranjos e criações também. Não podemos dizer que cantamos apenas música sertaneja, até porque quando o fazemos, fazemos do nosso jeito. Temos influências sertanejas e amamos o acervo de Sérgio Reis e Tiaõ Carreiro&Pardinho, mas nossas referências não páram por aí e se extendem ao blues de Eric Clapton, à versatilidade de Phil Collins e ao rico regionalismo de Almir Sater, Alceu Valença e Zé Ramalho.



7. Vocês cantam suas próprias canções. Isto faz com que o público sinta mais emoção quando se apresentam?

Nós mesmos produzimos e fazemos os arranjos musicais. Isso já é uma forma de repassar uma emoção que virou música, independente de ser nossa. Quando cantamos nossas próprias canções, acontece o mesmo processo. São emoções em forma de música e nós fazemos isso para que as pessoas, não só as sintam, mas também se sintam abertas ao despertar de novas e próprias sensações.



8 . Vocês têm na discografia os álbuns "Number One" (2002), "Vida Boa" (2004), e "Ao Vivo" (2006). Como surgiu a idéia de presentear o público gravando o DVD "Ao Vivo em Uberlândia". E por que a cidade foi escolhida para o show?

Assim como o próprio CD ao Vivo(2006), o DVD foi uma idéia de nosso público. Os pedidos é que nos moveram à realização dos mesmos. Não acreditamos em modismos e por isso nos focamos no "agora", fazendo com que nossa emoção seja o que as pessoas sentem com o que fazemos.

Escolhemos Uberlândia-MG porque foi lá, em meados do ano passado que nosso cd ao vivo(2006), até então independente, foi veiculado por uma emissora de rádio pela primeira vez, tocando "Amigo Apaixonado" e, em seguida "Fada", ambas em primeiro lugar já na primeira semana de execussão

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Como foi o início? A experiência tocando em barzinhos? Como foi a passagem por Belo Horizonte e por São Paulo? Quais as diferenças entre a carreira independente e carreira vinculada a uma grande gravadora?

O início foi despretencioso e natural. Não havia intenção profissional, embora levássemos a sério até as canjas na pracinha da cidade junto aos amigos, em Abre Campo-MG, onde fomos criados. Tocamos em bares por quase 15 anos e isso foi o "laboratório" através do qual pudemos conhecer nosso público e amadurecermos a linguagem que nos aproximaria dele. Saímos do interior mineiro em 1994 e fomos para Belo Horizonte, onde começamos num bar no calçadão, tocando de mesa em mesa até tocarmos me casas maiores da noite. Lá, gravamos 2 cd´s promocionais os quais forram nossas primeiras experiências em stúdio. Em 2001 , fomos para São Paulo. Gravamos o primeiro cd de mercado por uma gravadora pequena chamada Number One o qual, por ter nossa cara, foi motivo de nossa saída para a produção independente em 2003. Gravamos e produzimos um CD chamado Vida Boa que teve excelente aceitação entre nosso público da noite paulistana. Deste cd, partimos para uma gravação ao vivo a pedido de nosso público. Daí, de forma independente, surgiu Victor&Leo ao Vivo uqe, ao ser tocado em uma rádio no triângulo mineiro, em Uberlândia-MG, pela primeira vez, despontou para todo o Brasil.

O CD Victor&Leo ao Vivo espalhou-se por todo o país, sem mídia e sem investimento, gerando muitos shows e muitos primeiros lugares em diversas emissoras, sem gravadora, porém , sem distribuição. Então, as pessoas ouviam no rádio, mas adquiriam na pirataria. Quando a Sony-BMG nos procurou, queria distribuí-lo e, mesmo sabendo que ele tanto havia sido pirateado, compensou muito rendendo disco de ouro em dois meses de distribuição. Nossa condição foi a de que continuaríamos produzindo, arranjando e dirigindo os trabalhos, bem como fizemos com o DVD e CD ao Vivo em Uberlândia, lançados agora pela Sony-BMG. Assim, da forma respeitosa e justa como fomos contratados pela Sony, a diferença se faz, principalmente pela distribuição original do produto.



1 - Renato Russo, certa vez, disse que para uma banda ou artista gravar o primeiro disco não era muito o problema. "Porque os artistas se preparam a vida toda para o primeiro disco". O problema, para ele, era gravar o segundo. Victor e Leo já deram o cartão de visitas com três discos lançados. O que tornou a dupla conhecida foi o "ao vivo", que muita gente considera como o primeiro. Como estão os trabalhos para os próximos discos, já que a responsabilidade será grande, depois do sucesso alcançado pelo "ao vivo"?

De certa forma, você pode usar seu dom, mas só o usará bem quando souber a forma como o fará. Existem mil maneiras de se mostrar uma canção, mas se a linguagem musical for clara e entendível, você terá seu público e uma coisa que ninguém poderá lhe tirar: Sua identidade artística.

Foi assim que fizemos e gravamos o DVD e o novo CD, em formato diferente mas em mesma linguagem, com 3 canções inéditas as quais já estão sendo pedidas e cantadas. Não estamos preocupados com os resultados porque focamo-nos no amor com que fazemos nosso presente. O que se faz com amor, profissionalismo e capricho, vale à pena por si só, sem a responsabilidade exata do que vai resultar.



2 – Li uma notícia de que o disco "ao vivo" teve, estimadamente, dois milhões de cópias pirateadas. De que forma um fato desses interfere no trabalho da dupla? Qual a opinião de vocês sobre a pirataria? Vocês têm alguma sugestão para combater isso?

No caso do CD ao vivo, como ele era independente e não estava originalmente no mercado, sua pirataria não trouxe problema nem para nós nem para ninguém. Se bem que houve muita gente enraivecida por não conseguir o original, no começo. O problema da pirataria é quando ela concorre com o que.está sendo comercializado nas lojas. Mas falar sobre isso no Brasil é o mesmo que discutir política. O preço do original, às vezes, é alto, mas os impostos, embora mal usados e sem sentido, também é. O cara que vende o pirata é a frente de muitas questões antecedentes à chegada do produto em suas mãos. A sugestão para, não só a pirataria mas para um país como um todo é, reformular o conceito de educação e aplica-lo na criação de nossas crianças. Parece utópico e é.



3 – Já ouvi artistas analisando a pirataria de uma forma, digamos, mais otimista. Para estes, se, por um lado, a pirataria causa prejuízo, por outro, divulga o trabalho. Mais pessoas ficam conhecendo o artista, e nem todas vão consumir produtos falsificados. O que vocês acham desse pensamento?

Achamos muito polêmico para ser tão simplesmente discutido. Nosso cd ao vivo foi pirateado mas em diversos estados e cidades do Brasil, todo mundo cantava todas as canções antes de a gravadora distribuí-lo. Então, independente das vendas originais, os shows acontecem. Só que quando se gosta realmente de algo, há uma estranha necessidade de se adquirir aquilo com qualidade máxima. E é aí que o pirata perde. Não pago um rela pelo que não curto, mas me sacrifico por algo que muito quero. Está aí a questão mais profunda entre o caro e o barato. Sai caro quando compro por comprar, embora possa possa ser barato, mas sai barato quando compro com prazer, embora possa ser caro.



4 – A internet tem se mostrado uma importante ferramenta de divulgação artística. Músicos independentes usam o Youtube, por exemplo, para divulgarem seus trabalhos, e acabam fazendo muito sucesso. Há também o Orkut. Inclusive, a comunidade de vocês é muito grande no Orkut. Vocês têm um planejamento de divulgação da dupla via internet?

Não é bem um planejamento mas acompanhamos de perto. Embora nunca tenhamos postado qualquer vídeo na net ou feito qualquer comunidade em sites como o Orkut, através de nosso site( www.victoreleo.com), temos o termômetro exato da satisfação pública com os shows e produtos. Mantemos uma assessoria humanizada que responde, diariamente, todas as mensagens de diversos pontos do país, sendo um canal aberto para a solução de dúvidas e absorção de sugestões . No site, encontram-se informações diversas sobre nossa carreira, além de as pessoas poderem ter acesso a notícias e novidades.



5 – Por outro lado, a internet pode ser traiçoeira. Existem programas, como o E-mule, que permitem que várias cópias em mp3 das músicas se espalhem pelo mundo inteiro, como pragas de gafanhotos na plantação. De que forma isso pode prejudicar ou ajudar o trabalho de vocês?

Sinceramente, não temos uma opinião madura sobre isso. Não dá pra saber o quanto é bom ou ruim. É bom que as pessoas cantem nossas canções e, quando gostam, acabam as distribuindo-as entre si utilizando estes meios, mas é ruim quando não adquirem o produto m si, pois nos privam de respaldo mercadológico.



6 – Outro dia, tive uma surpresa ao saber que muita gente da minha turma de pós-graduação, em Belo Horizonte, conhece e gosta de Victor e Leo, mas não gostam de outras duplas sertanejas. Ao explicarem por que gostam de Victor e Leo, as pessoas dizem alguma coisa do tipo: "Victor e Leo têm algo de diferente, que não sei explicar". Eu também não sei. Qual é o tão falado diferencial de vocês?

Não sabemos dizer também, mas o diferencial é aquilo que não se parece com nada. Fazemos nossa música de um jeito próprio, intuitivo e intencionalmente espiritualista. Acreditamos na forma energética que a música é, de tornar mais positiva a vida de alguém. As pessoas, às vezes, querem rotular a coisa, se preocupando com nomes e estereótipos. Somos uma dupla, acima de tudo musical e fazemos isso por amor.



7 – Além da música sertaneja -vocês, inclusive, fazem versões de clássicos- existe outro estilo musical que influencia o trabalho da dupla? Se sim, qual é? Quais artistas vocês costumam ouvir?

A música sertaneja, principalmente do acervo mais regional, influencia nosso som. Mas bebemos de muitas outras fontes como o blues e o country também. Gostamos de ouvir, desde Almir Sater, Alceu Valença, Renato Teixeira, Marisa Monte e Zé Ramalho, até Eric Clapton, Stevie Ray Vaughan e Phil Collins. O que preservamos quando estamos lidando com música, é nosso senso de criatividade e originalidade. A idéia de ser você mesmo significa ser único, porque ninguém é igual a ninguém.



8 – Vocês têm uma ligação muito intensa com o interior, demonstrada em músicas como "Vou pra roça", "Lem casa", "Vida boa" e outras. O que significa o interior, sobretudo o interior do nosso estado para vocês?

Fomos criados em meio aos modos simples de se viver no interior mineiro, tão rico em peculiaridades e arte. Em Abre Campo, quando líamos histórias com contextos bucólicos, líamos sobre nós mesmos e nos emocionávamos com isso. Quando nos mudamos para Belo Horizonte e depois, São Paulo, percebemos o excesso de agitação e preocupações da vida urbana. Então, canções como Vida Boa, não deixam de ser uma forma de irmos, levando as pessoas junto conosco, até aquela paz de nossas origens. Tudo em nossa música, desde os arranjos até as letras e melodias, é pura expressão emocional e artística. Sendo assim, não precisamos vender uma verdade dizendo-a e sim, permitindo que as pessoas a sintam.

No Sofá da Hebe!

O PROGRAMA HEBE, de segunda (22/10), recebeu Gil, Adriana Bombom, Edgard Piccoli, Gian e Giovani, que cantaram com os Inimigos da HP. "Quem também abrilhantou a noite foi a dupla Victor e Leo."

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quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Perfis Pessoais e Profissionais

Estamos recebendo muitos pedidos através de nosso e-mail (blogvictoreleo@gmail.com), mais informações sobre a vida pessoal e profissional da dupla Victor & Leo. E abaixo segue os perfis pessoais e profissionais da dupla, que havia no antigo site da própria dupla. Confiram!



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Perfil Pessoal - Victor

Nome:

Vitor Chaves Zapalá Pimentel

Data de Nascimento:

15/04/1975

Cidade Natal:

Ponte Nova-MG

Altura:

1,82m

Gosto Musical:

Almir sater, Renato Teixeira, Maria Betânia, Alceu Valença, Enya, Mark Knopfler, Stevie Ray Vaughan, Shania Twain, Alison Kraus, Eric Clapton, blues.



Perfil Pessoal

01– Com tanto assédio ao seu redor, qual a sua opinião sobre fidelidade?
R: Penso que fidelidade é algo que só podemos dar a nós mesmos. Se você pensa que ficar com outra pessoa escondido de sua namorada seja traição, está certo, mas isso é trair a si mesmo.

02– Qual o perfil da mulher perfeita pra você?
R: O perfil daquela que se gosta. A mulher que se gosta só aceita ao seu lado quem lhe faça bem e sabe escolher suas companhias. Sendo eu parte desta escolha, sinto-me lisonjeado.

03– Prefere mulheres mais velhas, mais novas ou mais ou menos da mesma faixa etária?
R: Já estive com mulheres de várias idades. Cheguei à conclusão de que a maturidade é a melhor idade.

04 – O que é fundamental num relacionamento?
R: Amizade.

05– Há uma música, em especial, que tenha marcado a sua vida? Qual?
R: Sim. Não há um porquê específico mas, inexplicavelmente, “For Whom The Bell Tolls” (Bee Gees) marcou e ainda marca várias fases de minha vida. Há também uma outra que é “Amor e Saudade”(Dino Franco e José Milton Faleiros), gravada por Sérgio Reis, a qual sempre me emocionou.

06– O que faz quando quer conquistar uma mulher?
R: Na verdade, acho que não se conquista alguém e sim que alguém se deixa ser conquistado. Uma coisa é mostrar o que você é e então saber se a outra pessoa gosta e outra coisa é mostrar-se como ela gosta. Se você se mostra como é, corre menos risco de, num determinado trecho do caminho, ter que ouvir: “Você não era assim!”

07– Você se considera uma pessoa romântica? Isso é importante pra você?
R: Sim. E é importante pra mim de um ponto de vista bucólico e surreal para compor. Mas a realidade é algo que o romântico vez e outra tende a desprezar e isso pode ser perigoso.

08– Já se apaixonou pela melhor amiga, como na música “Amigo Apaixonado”?
R: Sim. Fiz essa música por uma lembrança de minha infância em que, por tempos, fui amigo de uma menina. Um dia percebi que me apaixonara por ela. Quando me declarei, ela se assustou e se afastou. Aí, passado mais um tempo, ela quis se aproximar, mas isso já é outra canção.

09– Alguma história especial que tenha inspirado as músicas que gravou? Qual?
R: Cada música tem uma história. “Deus e eu no Sertão” é uma forma que achei de fechar os olhos para a urbanidade excessiva e sentir-me mais próximo de um lugar rural e em paz. “O Cuidador do Fogo” remete à história de vida de um amigo meu, numerólogo argentino que, em sua juventude, lembrava-se de sua amada ao pé de uma lareira e bebendo para esquecê-la. Mas sou um caipira por essência e minha paz e inspiração encontram-se comigo onde há silêncio, mato e céu, à medida que vivo transformando isso em música.

10– Qual foi o pior mico que já pagou num show? E fora dele?
R: Uma vez, em Minas, numa cidade do interior, estava com fome e não deu para comer antes do show. Ao cumprimentar a platéia, ao invés de dizer “vamos dançar”, disse “vamos jantar”. Fora de show, eu era adolescente quando fui uma vez à praia com minha família. Ao chegar, vi algumas meninas numa casa próxima à que ficaríamos. Pedi ao pai pra manobrar o carro que tinha uma carretinha engatada e no que fui virar o carro, percebi os risos das meninas e correspondi. Encostando em frente à nossa casa, meu pai veio dizer que, enquanto manobrava olhando para as meninas, esbarrei a carreta num muro atrás do carro que caiu por inteiro.

11– Qual foi o melhor presente que já ganhou de uma fã?
R: Não seria justo citar um. Há mais de trezentos sapos, imagens, quadros, desenhos, poesias, abraços, palavras e cada um tem seu valor incomparável. O presente melhor, no geral, é alguém ser fã de seu trabalho.

12– Tem alguma superstição antes de entrar em cada show?
R: Não.

13– Considera-se uma pessoa perfeccionista?
R: Considero-me uma pessoa melhor e mais feliz por ser menos perfeccionista que antes. Tudo, quando é demais, atrapalha. Mas confesso que poderia ser um pouco menos ainda.

14– Qual sua opinião sobre piercings e tatuagens? Faria algum? Onde?
R: Não tenho opinião sobre o assunto. Não sinto vontade porque não tenho um motivo. Mas respeito quem os têm. E alguns são de refinado gosto.

15– Com quantos anos deu seu primeiro beijo e como foi?
R: Com 13 anos. Foi emocionante e desajeitado depois de uma brincadeira de “Salada Mista” no interior de Minas. Daí me apaixonei!

16– E a primeira transa?
R: Aos 19 anos, com a primeira pessoa a quem disse “Eu te amo”e com quem tive meu primeiro namoro mais sério. Foi muito tranqüilo.

17– Qual o grau de importância do sexo na sua vida?
R: Embora nem sempre a prática tenha se estabelecido, penso que o sexo é uma forma de praticar a vontade que se sente de ter seu corpo e o de outra pessoa num só. Então, as almas concluem o que os corpos desejam, mas não podem fazer.

18– De que maneira lida com o assédio? Isso o incomoda?
R: Antes me assustava, depois, resolvi conhecer de perto. Percebi que, com responsabilidade, posso ajudar uma pessoa a encontrar sua própria realidade num sonho. Além disso, um assédio tomado com carinho e respeito pode até fortalecer a auto-estima de alguém. Muitas vezes, o assédio está associado a alguém que sobe num palco despertando sensibilidades, não a mim, nescessariamente. Sabendo disso, aprendí a lidar com o assédio sem problemas.

19– Já pensou na possibilidade de se tornar símbolo sexual?
R: Não. Penso na possibilidade de tornar-me símbolo musical. O resto pode até acontecer, mas não penso nisso.

20– Tem receio do relacionamento com fãs? Já se apaixonou por alguma delas?
R: Não tenho receios quanto a isso. O problema é quando a pessoa, não só como fã, cria uma falsa realidade em torno de você e se apaixona por uma ilusão. E isso é coisa que acontece na maioria dos relacionamentos comuns também.

21– Casamento e filhos podem ser considerados como planos próximos na sua vida?
R: Não costumo fazer planos. Sou um amante do presente. O futuro é um reflexo do que faço hoje. Além disso, preciso ser muito mais maduro para ter o que passar a um filho. Quando pensamos em ter filhos, não pensamos nos filhos e sim em nossa vontade. Por isso, não refletimos sobre que tipo de pessoa precisaríamos nos tornar em níveis financeiros e morais para que nossos filhos possam ter melhores pais e, assim, tornarem-se melhores seres.

22– O que costuma fazer quando está com um tempo livre?
R: Meu tempo livre tem sido muito curto. Mas quando posso, tiro um tempinho pra pescar. Também gosto de livros e filmes.

23– O que menos gosta na sua aparência?
R: Estou de bem comigo. Mas não me olho no espelho quando estou de mau-humor.

24– Que frase mais usa diariamente?
R: Ovelhas não andam com lobos.

25– O que você considera sua maior conquista?
R: Meu amadurecimento em cada nova experiência. Percebi que me conhecendo, passo a conhecer meu próximo, mas só posso me conhecer através dele. Percebi também que se o que me faz sorrir me incentiva e se o que me faz chorar me ensina, tudo passa a ser positivo em minha vida.

26– Qual a sua idéia de felicidade perfeita?
R: Penso que só conhecemos algo se soubermos o que é seu contrário. Só reconheço o calor quando sei o que é frio e assim acontece com claro e escuro, ter e não ter e ser e não ser. Então, a felicidade é perfeita quando a vemos em tudo, inclusive em seus contrários .

27– Qual a sua principal mania?
R: Só quem convive comigo para responder isso.

28– Com qual figura histórica você se identifica?
R: Gandhi

29– Nos shows pinta muita mulher?
R: Sim.

30– Nenhuma fã virou namorada?
R: Já aconteceu.

31– Quais são as cenas de infância de que você mais se lembra?
R: Lembro de quase tudo de minha infância. Inclusive de fatos que ocorreram quando tinha dois anos. Mas dá-me prazer lembrar das pescarias ao lado do pai e do carinho com que meu avô materno nos tratava.

32– O que você gosta de ler?
R: Gosto de romances espíritas, volumes esotéricos e de auto-ajuda.

33– E Tv, você gosta? Algum programa preferido?
R: Assisto pouco. Quando dá, vejo documentários ecológicos, filmes e alguns programas da Cultura, incluindo “Provocações”, com Antônio Abujamra.

34– Qual a maior extravagância que já fez?
R: Depois de oito meses sem ir a BH, no ano passado, chegando em casa, minha família me recebeu com uma torta de bombom, minha predileta. Não resisti e enfiei a cara inteira na torta.

35– É vaidoso?
R: Seria vaidade não sair de casa enquanto não me sentir bem com o cabelo e com o que visto?
36– Qual a primeira coisa que faz quando acorda?
R: Digo: “Boa tarde”.

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Perfil Pessoal - Leo

Nome:

Leonardo Chaves Zapalá Pimentel

Data de Nascimento:

04/10/1976

Cidade Natal:

Ponte Nova-MG

Altura:

1,94m

Gosto Musical:

Variado


Perfil Pessoal

03 – Qual o pior defeito em uma mulher?
R: Existem muitos indesejáveis, mas os piores são os de personalidade e caráter, porque são os mais difíceis de se corrigir.

04 – O que é fundamental num relacionamento,na sua opinião?
R: Que um some na vida do outro, que um seja instrumento de crescimento para o outro e principalmente,que haja verdade em tudo. É necessário, também, que os dois tenham mais ou menos a mesma essência e, logicamente, que se amem infinitamente!!!

05 – Tem alguma música especial que marque a história da sua vida? Qual?
R: Vida Boa, Tocando em frente, Yolanda e Amigo Apaixonado.

09 – Considera-se uma pessoa romântica? Isso é importante para você?
R: Acho que estou no meio. Não acho que isso seja muito importante. Acredito que ser você mesmo, ser “verdadeiro” é essencial.

10 – Alguma história especial que tenha inspirado as músicas do CD? Qual?
R: Tenho algumas parcerias com o Victor em músicas, mas sempre fiquei mais na parte das melodias. Não passei por esse tipo de situação.

11 – Qual foi o pior mico que já pagou num show? E fora dele?
R: Foi num show com o cantor Sérgio Reis. Ele nos chamou para cantarmos a música “Menino da Porteira” e eu falei que tudo bem, mas eu não sabia e errei a música inteira. Quando acabou, ele me deu uns cascudos no palco, na frente de todo mundo. Fora do palco, foi em um circo em BH. O palhaço precisava de uma pessoa da platéia e eu fui. Era uma pegadinha e eu fiquei com cara de idiota olhando para o público.

13– Tem alguma superstição antes de entrar em cada show?
R: Não, mas costumo rezar e pedir proteção à Mãe Rainha.

14 – Quem costuma fazer as honras do lar? (cozinhar, lavar, passar).
R: Eu mesmo faço as minhas coisas.

15 – Considera-se uma pessoa perfeccionista?
R: Não. Gosto de fazer as coisas certas e da melhor maneira, mas sempre com praticidade. Não chego a ser perfeccionista.

16– Qual sua opinião sobre piercings e tatuagens? Faria algum? Onde?
R: Não faria em mim, mas gosto cada um tem o seu. Nos outros não me incomoda.

17 – Com quantos anos deu seu primeiro beijo e como foi?
R: Brincando, desde novinho com 5 ou 6 anos. Mas sério, foi com 12 anos, com uma moça mais velha que eu, na porta da casa dela. Fiquei apaixonado!

18– E a primeira transa?
R: Com 15 anos, em Abre Campo.

19 – De que maneira lida com o assédio? Isso o incomoda?
R: Com naturalidade, abertura e respeito. Não me incomoda, porque sabia disso quando me tornei profissional da música, foi uma escolha minha. Quando não passam do limite, é ótimo.

20 – Já pensou na possibilidade de se tornar símbolo sexual?
R: Isso é uma coisa que alimenta o ego de qualquer um, mas não deixo que isso me influencie na maneira de agir. Gosto da humildade e simplicidade que não combinam com vaidades.

23 – O que costuma fazer quando está com um tempo livre?
R: Ver filmes, ler, praticar esportes, pescar. Gosto de me divertir.

24 – O que menos gosta na sua aparência?
R Sinto-me um pouco incomodado quando estou acima do peso, mas não tenho uma parte específica.

25 – Que frase mais usa diariamente?
R: “Todos morrem, mas nem todos vivem”. É preciso viver, ser feliz, sorrir... estar atento às pequenas coisas que têm grandes valores. Cada momento é especial e tem a sua magia de ser único.

26 – O que você considera sua maior conquista?
R: O público que nos acompanha. Esta é a maior conquista e a maior riqueza que um artista pode ter na vida. Sem esse público, “Victor e Léo” não seriam nada.

27– Qual a sua idéia de felicidade perfeita?
R: Estar equilibrado fisicamente e espiritualmente, junto com minha família, numa fazenda, em momentos que serão únicos, mágicos, inexplicáveis.

28 – Qual a sua principal mania?
R: Abrir a geladeira para dar uma conferida, mesmo que não esteja com fome. E se estiver, ai ai ai...!

31 – Quais são as cenas de infância que você mais se lembra?
R: Dos momentos em que eu estava na Fazenda. Sempre gostei muito de estar no campo. Lembro-me também, com muita saudade, da fase em que estudei em colégio interno(Dom Bosco) .

32– O que você gosta de ler?
R: Livros de auto-ajuda, jornal sobre esportes e cultura e algumas poucas revistas.

33– E Tv você gosta? Algum programa preferido?
R: Gosto. Especificamente, filmes e programas de esporte. Gosto de jornalismo também. Não tenho um programa preferido.

34 – É vaidoso?
R: Sou, mas nada que possa ser considerado exagero. Com espelho, passo um pouco da medida.

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Perfil Profissional - Victor

Perfil Profissional

01 – Como foi o início de carreira? Houve muitas barreiras? Quais foram as mais difíceis de enfrentar?
R: O início foi despretensioso e simples. Nossa prioridade eram os estudos e, portanto, o compromisso com a música era espontâneo. Costumávamos cantar na pracinha com os amigos em Abre Campo, Minas Gerais, onde cantamos pelas primeiras vezes em bar, em palco e em público. As barreiras foram surgindo à medida em que nos profissionalizávamos mas sempre as enxergamos como ensinamentos. Mesmo diante de um aterrorizante obstáculo, quando a gente se pergunta:“O que devo aprender com isso?”, o terror vira maturidade e tudo se resolve.

02 – Quem deu força pra vocês no início da carreira?
R: Contamos sempre com o apoio da família e dos amigos. Mas sucessivamente contamos com um crescente e estimulante número de pessoas à frente do palco. Nossa maior força, desde o início, sai dos olhos destas pessoas e torna-se “força de vontade” dentro de nós. Penso que, por amor, um profundo amor à música e aos que a recebem da gente, nossa força de vontade foi sempre o maior incentivo abastecendo-se no contato com a espiritualidade e com o público.

03 – Como é trilhar esse caminho longe da família?
R: É trabalhoso e, às vezes, sofrido já que nossas bases familiares são nossa maior referência. Mas aprendemos que até isso poderia ser usado em nosso favor. Penso eu: “Se me privei da presença de minha família por meu trabalho, preciso fazer valer esse trabalho”.

04 – Em algum momento pensou em abandonar a carreira?
R: Não. Houve momentos em que eu e o Léo repensamos nossa parceria, mas nosso amor, tanto um pelo outro como pelo resultado de nossa união, falou mais alto e seguimos juntos com firmeza e prazer. De qualquer forma, eu jamais abandonaria a música que é minha maior expressão e legado. Não estou na música por sucesso e sim pela música.

05 – Como você acha que irá lidar com a falta de privacidade por conseqüência do sucesso?
R: Acho que a gente se acostuma e se adapta a qualquer coisa ou situação. Por isso tento me acostumar com coisas que me fazem bem. De forma que, se inevitavelmente minha privacidade se perder, darei um jeito de me adaptar. Hoje minha privacidade já está sensivelmente modificada, mas eu também estou e se uma coisa acompanha a outra, tudo bem.

06 – É fácil lidar com o sucesso? O que é sucesso pra você?
R: Uma vez, acabara de compor e sem ter ninguém em casa, além de nossa empregada, chamei-a pra dividir aquele momento de empolgação por ter terminado uma nova canção. Mostrei a ela e perguntei o que achara, quando percebi sua emoção e choro. Percebi que aquilo fora sucesso. As pessoas confundem sucesso com fama associando necessariamente uma coisa com a outra, mas quem for capaz de festejar a lição de uma derrota tanto quanto o sabor de uma pequena vitória, sempre será sucesso.

07 – Como lida com as críticas?
R: Em geral, ou aprendo com elas ou confirmo o ciúme daqueles que almejam o meu lugar.

08 – A maratona de shows não é cansativa? O que faz pra agüentar o pique?
R: É cansativa. Para o desgaste físico tento equilibrar, na medida do possível, o sono e a alimentação. Para o mental, tento tirar no mínimo um dia por semana em que faço coisas diferentes do cotidiano e cuido da parte espiritual.

09 – Algum segredo pra manter a voz e a beleza nos shows?
R: Estudei canto por quatro anos e tive acompanhamento fonoaudiológico por mais um. Para manter a voz sadia, além do que aprendi com os estudos e a prática de treze anos até aqui, tento dormir bem, mantenho-me muito bem hidratado e evito falar com som alto. Quanto à beleza, bonito está quem assim se sente.

10 – Qual foi a maior conquista e a maior decepção na sua carreira até hoje?
R: Até hoje, minha maior conquista foi descobrir que música está muito além de cantar e tocar. Não tive uma “maior decepção”, mas tive algumas enquanto esperei alguma coisa de algo ou de alguém. Hoje prefiro não esperar nada, pois de quem vive o presente e dele faz bom uso, o futuro está garantido.

11 – Qual o maior sonho da sua carreira? E pessoal?
R: Meu maior sonho realizo em cada show. Em cada crescimento e em cada emoção realizo o sonho de viver com prazer o presente, vendo crescer o número de pessoas que cantam comigo canções que um dia apenas eu sabia cantar. Meu sonho pessoal também se realiza à medida que me torno uma pessoa mais madura e capaz de sonhar com coisas de maior valor e essência.

12 – Algum sonho de consumo?
R: Casa tranqüila numa baixada verde cortada por ventos e riachos serenos não é sonhar demais.

13 – Como foi realizar o lançamento de um CD independente?
R: Foi concretizar um desejo de muito tempo. O CD “Vida Boa” foi produzido e arranjado por mim e pelo Léo em soma com o bom gosto daqueles que dele participaram, como Cláudio Baeta. Então, dentro de nossas possibilidades saiu do jeito que queríamos.

14 – Como foi o trabalho de seleção para a montagem do repertório do CD “Vida Boa”?
R: Foi feito com base em experimentos e vivências. Antes, gravávamos o que queríamos que o público quisesse e isso nunca foi funcional. Agora gravamos o que o público escolhe dentro daquilo que podemos oferecer.

15 – Após o lançamento do CD “Vida Boa”, houve alguma proposta de gravadora para o lançamento de um próximo CD?
R: Não. As gravadoras, hoje, se baseiam em parâmetros diferentes para apostar em algum trabalho por causa do fator “pirataria”. Não arriscam tanto. Nosso trabalho é bem próprio e, embora uma gravadora não saiba se é potencialmente vendável, não estou preocupado. Cada uma das cópias vendidas de nosso CD, até hoje, foi adquirida por quem se baseou no próprio gosto e não em modismo.

17 – Quais projetos tem em mente para dar continuidade na carreira?
R: Na minha opinião, a continuidade se dá com um passo após o outro. O próximo passo é trabalharmos a idéia de nosso próximo CD.

18 – Qual a expectativa para o show?
R: Estamos, aos poucos, criando melhores condições em nível de produção e musicalidade para os shows. Ele cresce refletindo nosso crescimento..

19 – Todo irmão briga. Com vocês não deve ser diferente. Já houve alguma briga que ameaçasse a união da dupla?
R: Brigas e discussões são naturais. Mas não houve nenhuma que ameaçasse nossa paceria. Houve momentos trabalhosos na carreira que nos fizeram repensar a vida e que, por terem gerado certa ansiedade, ocasionaram brigas. Mas já foram superados porque, além de sermos uma dupla, nos amamos.

20 – Como você está vendo o mercado musical brasileiro ultimamente? Acredita que seja preciso criar novas tendências?
R: “Eu compro o que me emociona”. Geralmente quem compra pensa assim. E embora eu ache que as pessoas devam repensar suas emoções e conteúdos, elas estão certas quando procuram obter o que querem da forma mais barata. Não é exatamente a pirataria que estraga o mercado, embora eu não seja adepto, mas sim, o alto preço dos produtos originais.

21 – Você aprendeu a tocar violão sozinho?
R: Quando eu tinha 11 anos, ainda morando em Abre Campo, Minas, meu pai entrou em casa com um violão. Por curiosidade, resolvi mexer mas nada saía. Então soube de um professor chamado Jésus Fernandes e o procurei. Já na primeira aula, toquei uma primeira canção e com mais algumas percebi que, sozinho, poderia me experimentar. Mas daí até os dezessete anos mantive-me acomodado e sem muita prática. Foi quando eu e o Léo começamos a cantar que levei a sério tocar, aprimorando-me e descobrindo , aos poucos, meu próprio estilo. Embora eu possa ser considerado autodidata, foi fundamental a forma amiga e musical com que o professor Jésus Fernandes apresentou-me o violão, pois é assim, até hoje, que trato meu instrumento.

22 – Está fazendo algo, atualmente, paralelo à música?
R: Não. Minha dedicação é 100% e não dá pra ser diferente.

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Perfil Profissional - Leo

Perfil Profissional

01 – Como foi o início de carreira? Houve muitas barreiras? Quais foram as mais difíceis de enfrentar?
R: Foi isento a expectativas em relação ao futuro na música. Sim, existiram barreiras. Talvez a falta de estrutura, tanto nossa como dos lugares onde cantávamos. Também era muito difícil conseguir crédito com as pessoas, porque não tínhamos experiência e nem conhecíamos ninguém que tivesse.

02 – Quem deu força para vocês no início da carreira?
R: A família, principalmente pai e mãe, alguns primos e tios. Os amigos também nos incentivaram e os donos das casas onde cantávamos também contribuíram.

03 – Como é trilhar esse caminho longe da família?
R: Acredito que, com a família perto, os momentos mais difíceis tornam-se mais fáceis de serem superados e os momentos de alegria tornam-se mais intensos. Sentimos muita falta disso.

04 – Em algum momento pensou em abandonar a carreira?
R: Só da boca para fora, porque no fundo sabemos que isso é impossível! Deus não nos daria esses dons para nada. Temos que fazer “valer”! Temos uma missão e vamos cumpri-la!!!

05 – Como você acha que irá lidar com a falta de privacidade por conseqüência do sucesso?
R: Naturalmente. Quando você se prepara para uma coisa, você sente menos o impacto, embora com algumas dificuldades.

06 – É fácil lidar com o sucesso? O que é sucesso pra você?
R: Com o sucesso não. É até bom, mas ele vem acompanhado de algumas situações difíceis de lidar. É claro que com a bagagem que você acaba acumulando (se souber enxergar as coisas e aproveitar oportunidades), as dificuldades são superadas mais facilmente. Sucesso pra mim é reconhecimento. Existem em várias proporções, grandes massas ou pequenas. Se cantarmos para uma pessoa e uma lágrima cair, é sucesso. Se cantarmos para uma multidão e a contagiarmos, é sucesso.

07 – Como lida com as críticas?
R: Quando são construtivas, tento aproveitar para o crescimento, quando não são, não levo em consideração.

08 – A maratona de shows não é cansativa? O que faz para agüentar o pique?
R: Sim, é muito cansativa, fisicamente e mentalmente. Procuro dormir bem, no mínimo 8 horas. Alimentar-se bem é importantíssimo, mas acho o sono indispensável.

09 – Algum segredo pra manter a voz e a beleza nos shows?
R: Para manter a voz, tenho que dormir bem e beber muita água, aliado com a utilização da técnica vocal. Quanto à beleza, a paz de espírito é fundamental. Também, quando posso, jogo tênis e corro, para ficar menos “feio”... há há há!!!

10 – Qual foi a maior conquista e a maior decepção na sua carreira até hoje?
R: A maior conquista foi ter, ainda que pequeno, um público cativo e fiel. Valorizamos isso profundamente. Foram muitas decepções, as maiores aconteceram quando criei expectativas em relação a algo que não aconteceu.

11 – Qual o maior sonho da sua carreira? E pessoal?
R: Conquistar o maior número de público possível... sem limites! Isso para podermos passar nossa mensagem e realizar outros sonhos.

12 – Algum sonho de consumo?
R: Acho que os sonhos de consumo vão aparecendo com as condições. No atual momento, sonho em ter meu carro e meu apartamento, mas futuramente, sonho em ter uma ótima fazenda.

13 – Como foi realizar o lançamento de um CD independente?
R: Ta aí... Foi um sonho que realizamos. Quando tivemos a idéia, não fazíamos muitos shows, não tínhamos empresário nem patrocinador, não tínhamos dinheiro, estávamos num momento complicado, mas tínhamos o mais importante: a fé. A fé é o imã que atrai condições para a realização.

14 – Após o lançamento do CD, houve alguma proposta de gravadora para o lançamento de um próximo CD?
R: Não, acho que isso também tem seu momento. É preciso fazer um trabalho de base antes e está sendo feito.

15 – Quais projetos tem em mente para dar continuidade à carreira?
R: No momento, continuar com o trabalho de base. E em breve, no meio do ano, lançar um CD gravado ao vivo.

16 – Qual a espectativa para o show?
R: Depende muito do show. Às vezes, ficamos um pouco ansiosos e nervosos, mas quando entramos no palco, isso tudo acaba.

17 – Todo irmão briga, com vocês não deve ser diferente; já houve alguma briga que ameaçasse um fim para a dupla?
R: Sim, nessas horas é importante que estejamos em sintonia com Deus. Minha mãe também foi fundamental nessas horas.

18 – Como você está vendo o mercado musical brasileiro ultimamente? Acredita que é preciso criar novas tendências?
R: O mercado necessita de uma grande mudança, uma revolução musical. Haverá essa mudança. É preciso saber que música não é dinheiro, é preciso ter verdade nas músicas. Assim, surgirão novas tendências as quais serão muito bem-vindas.

19 – Está fazendo algo, atualmente, paralelo à música?
R: Não. Estamos num momento impróprio para outras atividades.

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Esperamos que tenham gostado deste post, e não deixem de COMENTAR!

E aproveitando a deixa, mandar um grande beijo a nossa amiga Karol. Valeu!

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segunda-feira, 15 de outubro de 2007

No Domingão!

Os irmãos Victor & Leo foram ao palco do Domingão (14/10/2007) e cantaram seus maiores sucessos como “Amigo Apaixonado”, “Fada” e “Nova York”. Com três CDs e um DVD e mais de 15 anos de história, os irmãos mineiros são um sucesso nacional! Confira no vídeo abaixo o grande sucesso da dupla, “Fada”:



Clique na imagem acima, ou clique aqui para assistir ao vídeo.

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domingo, 14 de outubro de 2007

Programa Rota Sertaneja!

Entrevista com Victor & Leo no PROGRAMA ROTA SERTANEJA com KLESIO HONORATO. Vale a pena conferir! O vídeo traz informações sobre a vida pessoal, profissional e projetos de Victor & Leo para o futuro. E ainda tem uma palinha da música AMIGO APAIXONADO! Confira!



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sábado, 13 de outubro de 2007

Programa Odair Terra

Vídeo de (55:51) do Programa Odair Terra entrevistando Victor & Leo! Vale a pena conferir!

Conta de tudo um pouco, vida pessoal e profissional. São 55 minutos de pura energia, somente Victor & Leo! É imperdível!



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sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Comunidade Blog Victor & Leo!

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quarta-feira, 10 de outubro de 2007

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Acreditar

"Na vida, aprendemos a acreditar em quase todas as coisas, com os outros. Seja com nossos pais, amigos, com a TV. Só que, nem sempre pensamos que acreditar em algo ou em alguém, é uma escolha nossa e, nem sempre, acreditamos naquilo que nos faz bem. Verifique suas crenças. Observe sua tendência fácil em acreditar em tudo o que lê, no que ouve ou vê. Você lê um jornal e acredita, assiste TV e acredita, ouve uma história e acredita. Pode ser muito fácil soltar-se no curso de um rio mas, com tamanha distração, este rio leva você a uma corenteza e você nem se dá conta.
Pare para pensar em quantas pessoas e oportunidades podem ter passado por você e não encontraram sua atenção, apenas porque você resolveu acreditar que elas não lhe serviam, antes mesmo de conhecê-las. Você ouve alguém falando mal de outro alguém e julga, antes de saber quem esteve realmente com a razão.
Do jeito que acreditamos tão passivamente em tudo, podemos ser facilmente manipulados pela mídia, por políticas corruptas e por qualquer pessoa que não nos deseje bem.
Nossos medos são nossa maior crença. Você acredita tanto no medo que pode estar atraindo o que teme. Veja: Quando você acredita em algo, seu pensamento e fé o transformam em realidade. Então, quando você teme muito uma coisa, sua mente interpreta que você não pode temer o que não existe, então, ela cria aquilo em que você acredita e faz com que isto se torne realidade.
A melhor forma de lidar com nossas crenças é averiguar se elas são positivas, se possuem sentido e se na prática, funcionam. Muitas coisas em que acreditamos não funcionam na prática. Você fica sabendo de um fato, sai por aí o contando e repassando como se fosse uma verdade sua e, no fim, pode ter espalhado um grande e inútil boato sem sentido. Pense nisto e não seja como um robô programado para acreditar simplesmente. Reflita.
Procure informar-se e sentir, antes de acreditar.
Escolha acreditar no amor e não no medo. Escolha acreditar em você, na sua capacidade de mudança. Acredite naquilo que você quer se tornar ou ser.
VOCÊ É TUDO AQUILO EM QUE ACREDITA POIS A CONSEQUÊNCIA DO QUE FAZ, ESTÁ LIGADA A TUDO O QUE LHE ACONTECE.
Se tivesse nascido em um país diferente, pertencesse a uma família diferente e tivesse feito escolhas diferentes das que fez até hoje, pergunte-se em que valeria à pena acreditar.
Por último, não acredite neste texto antes de verificar se, na sua prática de vida, ele pode fazer sentido. Mas pode acreditar que, independente de suas crenças culturais, religiosas ou sociais, ter amor a si mesmo, aos outros e ao que faz, significa felicidade."

(Poeta Victor Chaves)

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Ela Não Vai Mais Chorar (She's Not Crying Anymore)



Por tantas vezes eu menti
Até que ela se cansou
Agora quem chora sou eu
O pranto que ela já chorou
Her love I know took for granted
Until she walked out of my door
Too litle, too late to say I'm sorry
Cause she's not crying anymore
Ela não vai mais chorar
Não vai mais ficar sozinha
Um sorriso em seu olhar
Diz pra mim que um outro alguém
Já tomou o meu lugar
She's not crying anymore
(And) She ain't lonely any longer
There's a smille upon her face
A new love takes my place
She's not crying anymore
Ela nem vai me escutar
Depois de tudo que passou
Eu sei que é tarde pra tentar
Ela já tem um novo amor
Sometimes you know I feel so foolish
If Knew then what I know now

Another tear would never fall
'Cause I'd give our love my all

Já nas lojas! Novo CD e DVD de Victor & Leo

:: CD

01. Fada
02. Sinto Falta de Você
03. 60 Dias Apaixonado / Fazenda São Francisco ( Maior Proeza )
04. Amigo Apaixonado
05. Tem que Ser Você
06. Vida Boa
07. Sem Você
08. Nova York
09. Arapuca
10. Lembranças de Amor
11. Jogo da Vida
12. O Granfino e o Caipira
13. Fotos
14. Meu Eu em Você
15. Chuva de Bruxaria


:: DVD

1- Fada
2- Sinto Falta de Você
3- 60 Dias Apaixonado/Fazenda São Francisco (Maior Proeza)
4- Amigo Apaixonado
5- Tem Que Ser Você :: INÉDITA
6- Telefone Mudo
7- Vida Boa
8- O Cuidador de Fogo
9- Cavalo Preto
10- Sem Você :: INÉDITA
11- Nova York
12- Arapuca
13- Quem de Nós Dois (La Mia Storia Tra Le Dita)
14- Milonga Para As Missões
15- Lembranças de Amor
16- Jogo da Vida
17- O Granfino e o Caipira
18- Fotos :: INÉDITA
19- Meu Eu Em Você
20- Chuva de Bruxaria
21- Ela Não Vai Mais Chorar (She’s Not Crying Anymore)
22- Pagode em Brasília
23- Encerramento (Fada Instrumental)

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Festança Junina II

Mais um vídeo da propaganda de Victor & Leo para gravação do CD e DVD ao vivo em Uberlândia - MG.



COMENTEM!!!

domingo, 7 de outubro de 2007

Festança Junina

Vídeo da propaganda de Victor & Leo para gravação do CD e DVD ao vivo em Uberlândia - MG.
Detalhe: Caracterizados de caipiras.



Comentem !!!

Colaboração

Fotos do show de Victor & Leo em Cuiabá - MT. Enviadas pela nossa amiga CELINA. Muito obrigado pela sua colaboração CELINA!!!


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Abraços

sábado, 6 de outubro de 2007

Trechos do Show

Trechos do Show em Uberlândia - MG (Gravação do CD e DVD)



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Seu celular fica cheio de estilo e você ainda pode ganhar um MP4 Player, câmeras digitais, CDs e DVDs Victor & Leo Ao Vivo em Uberlândia.

- Operadora Oi: www.oiloja.com.br
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* Serviço disponível para todas as operadoras. Preços e condições: consulte sua operadora. A Sony BMG não se responsabiliza pela mecânica de venda das operadoras de celular. Todo o processo de compra e de atendimento deve ser feito diretamente nos canais de atendimento da operadora.